O Presidente do Stia Itapira e Sec. Finanças da Federação da Alimentação – FETIASP - José Emilio Contessotto, participou na manhã desta segunda-feira (26/01), de uma reunião realizada no escritório do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social - BNDES em São Paulo, envolvendo lideranças sindicais filiadas à Federação da Alimentação - FETIASP juntamente com o Vice-Presidente da República e Ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços - Geraldo Alckmin.
O encontro, coordenado pela Federação da Alimentação – FETIASP, por meio do presidente Melquíades de Araújo, teve como objetivo tratar de assuntos referentes a situação do setor da alimentação considerando a relevância estratégica desse setor para a economia nacional, para a segurança alimentar da população e para a geração de empregos. Essa reunião teve foco em temas centrais para o desenvolvimento sustentável do setor da alimentação destacando entre os principais pontos da discussão:
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• A valorização do trabalho e a melhoria das condições laborais no setor da alimentação;
• Políticas públicas voltadas à geração e manutenção de empregos, especialmente diante dos desafios econômicos atuais;
• O impacto da reforma tributária, da política industrial e das medidas de incentivo à produção e ao consumo;
• A qualificação profissional e a necessidade de investimentos em formação e capacitação da mão de obra;
• O fortalecimento do diálogo social como instrumento para a construção de soluções conjuntas entre governo, trabalhadores e setor produtivo;
• A segurança alimentar, o combate à informalidade e a promoção de práticas sustentáveis ao longo da cadeia produtiva.
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Esse encontro visou contribuir para a construção de políticas públicas mais eficazes, que conciliem desenvolvimento econômico, justiça social e valorização dos trabalhadores, reforçando o papel do setor da alimentação como pilar essencial para o crescimento do país.
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Matéria/fotos: Speak Mídia Comunicação!
Governo quer aumentar multa para empresa que não registrar funcionário
O Ministério do Trabalho e Emprego quer atualizar a multa a empregadores que têm funcionários sem carteira assinada. O novo valor ainda está sendo estudado e deverá entrar em vigor por projeto de lei, segundo o ministério. Atualmente, o empregador irregular paga R$ 402,53 por trabalhador informal. Segundo o ministro Manoel Dias, essa multa está defasada há 20 anos.
O objetivo das ações é tirar cerca de 400 mil trabalhadores da informalidade no Brasil, aumentando a arrecadação em R$ 2,5 bilhões.
Esse valor é baseado no rendimento médio do trabalhador, na arrecadação do FGTS, que é de 8% sobre o rendimento, e da Previdência Social, de 27,5%. Segundo o governo, o valor sonegado anualmente chega a R$ 6,3 mil por empregado.
Segundo o ministério, o país tem 14 milhões de trabalhadores sem carteira assinada, o que gera uma perda de cerca de R$ 80 bilhões de reais por ano em arrecadações.
O Ministério do Trabalho disse que notificou, por mala direta, 554 mil empresas em 537 cidades de todo o país sobre informalidade, no fim do ano passado . Agora, essas empresas receberão visitas de auditores para garantir que a situação esteja regularizada.
Fiscalização sobre FGTS será maior
O governo também quer aumentar a contribuição ao FGTS, combatendo a inadimplência. Segundo o ministério, atualmente a sonegação média das empresas é de 7% ao ano. Em 2014, essa perda teria sido de R$ 7,3 bilhões, porque foram arrecadados R$ 104,5 bilhões.
O ministério diz que aumentará o número de empresas alcançadas pela fiscalização eletrônica do FGTS.
A meta, segundo o ministro, é que a arrecadação cresça R$ 2,6 bilhões.
Fonte: fsindicalsp.org.br