JOSÉ EMÍLIO PARTICIPA DE REUNIÃO COM O VICE-PRESIDENTE DA REPÚBLICA - GERALDO ALCKMIN.

 

O Presidente do Stia Itapira e Sec. Finanças da Federação da Alimentação – FETIASP - José Emilio Contessotto, participou na manhã desta segunda-feira (26/01), de uma reunião realizada no escritório do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social - BNDES em São Paulo, envolvendo lideranças sindicais filiadas à Federação da Alimentação - FETIASP juntamente com o Vice-Presidente da República e Ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços - Geraldo Alckmin.

 

O encontro, coordenado pela Federação da Alimentação – FETIASP, por meio do presidente Melquíades de Araújo, teve como objetivo tratar de assuntos referentes a situação do setor da alimentação considerando a relevância estratégica desse setor para a economia nacional, para a segurança alimentar da população e para a geração de empregos. Essa reunião teve foco em temas centrais para o desenvolvimento sustentável do setor da alimentação destacando entre os principais pontos da discussão:

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• A valorização do trabalho e a melhoria das condições laborais no setor da alimentação;

• Políticas públicas voltadas à geração e manutenção de empregos, especialmente diante dos desafios econômicos atuais;

• O impacto da reforma tributária, da política industrial e das medidas de incentivo à produção e ao consumo;

• A qualificação profissional e a necessidade de investimentos em formação e capacitação da mão de obra;

• O fortalecimento do diálogo social como instrumento para a construção de soluções conjuntas entre governo, trabalhadores e setor produtivo;

• A segurança alimentar, o combate à informalidade e a promoção de práticas sustentáveis ao longo da cadeia produtiva.

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Esse encontro visou contribuir para a construção de políticas públicas mais eficazes, que conciliem desenvolvimento econômico, justiça social e valorização dos trabalhadores, reforçando o papel do setor da alimentação como pilar essencial para o crescimento do país.

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Matéria/fotos: Speak Mídia Comunicação!

Taxa de analfabetismo volta a cair no país

A taxa de analfabetismo das pessoas acima de 15 anos no Brasil voltou a cair em 2013. De acordo com a Pnad (Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios), o País tinha cerca de 13 milhões de analfabetos nesta faixa etária no ano passado, o que corresponde a 8,3% da população. O resultado é 0,4 ponto percentual abaixo do registrado em 2012 (8,7%). A taxa de analfabetismo funcional também caiu, de 18,3% para 17,8%. A Pnad foi divulgada nesta quinta-feira (18/09) pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística).

O resultado de 2012 manteve-se praticamente estável, com alta de 0,1 ponto percentual em relação a 2011, quando foi registrado 8,6% de analfabetos. Desde 2004, ano em que a abrangência da Pnad incluiu pela primeira vez as populações rurais de toda a Região Norte, houve queda de 3,2 pontos percentuais, de 11,5% para 8,3%. Em números absolutos, de 2012 para 2013 houve redução de 297,7 mil analfabetos no país.

De acordo com o IBGE, a maioria de analfabetos era mulheres, com 50,6%, realidade que se repete nas regiões Sudeste (56,2%), Sul (55,6%) e Centro-Oeste (50,5%). No Norte e no Nordeste, os homens representam a maioria dos analfabetos, com 53,2% e 52,1%. Apesar disso, a taxa de analfabetismo é superior entre os homens, com 8,6% contra 8,1% da mulheres. Na divisão por região e sexo, os homens nordestinos têm a taxa mais alta, de 18,2%, enquanto as mulheres da Região Sul têm a menor, de 3,9%.

Idade – Ao considerar a idade, a pesquisa mostra que pessoas com mais de 60 anos são mais frequentemente analfabetas que as mais jovens. Entre os brasileiros com menos de 30 anos, a taxa de analfabetismo em 2013 chegou a 3%, enquanto na população com mais de 60, ela foi de 23,9% da população. Entre quem tinha de 40 a 59 anos, o analfabetismo atingia 9,2%.

Todos os grupos etários tiveram redução da taxa entre 2012 e 2013, e, com uma queda de 0,2 ponto percentual, a menor porcentagem registrada foi a dos jovens entre 15 e 19 anos, com 1%. Para Maria Lucia Vieira, gerente da pesquisa, a diferença na taxa de analfabetismo entre as idades se deve a uma dificuldade maior de atingir pessoas mais velhas com programas de alfabetização.

Regiões – Regionalmente, o Nordeste continua a ser a região com a maior taxa de analfabetismo entre os maiores de 15 anos, mas foi também o local onde ela mais caiu, de 17,4% em 2012 para 16,6% em 2013. De acordo com a Pnad, mais da metade (53,6%) dos analfabetos do Brasil estão nos estados nordestinos.

Todas as regiões tiveram queda, e a segunda maior foi registrada na Região Norte, de 10% para 9,5%, seguida pelo Centro-Oeste, de 6,7% para 6,5% e pelo Sul, de 4,4% para 4,2%. O Sudeste teve a menor redução da taxa, de 4,8% para 4,7% da população. Como é a mais populosa, a Região Sudeste concentra 24,2% dos analfabetos, apesar de ter a segunda menor taxa.

Funcional – O analfabetismo funcional também caiu em todas as regiões brasileiras, e acompanha o analfabetismo quando enumeradas as regiões em que ele é mais incidente. No Nordeste, a taxa caiu de 28,4% para 27,2% e ainda é a maior do país. O Norte vem em seguida, com 21,6%, 0,3 ponto percentual a menos que no ano passado. No Centro-Oeste, a situação ficou praticamente estável, com queda de 0,1%, de 16,5% para 16,4%.

Na Região Sul, o analfabetismo funcional foi maior do que no Sudeste em 2013, com uma diferença de 13,6% para 12,9%. As duas regiões tiveram queda na taxa, já que, em 2012, apresentavam percentuais de 13,7% e 13,2% respectivamente.

Fonte: ABCD Maior